CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE
Kartódromos - 2010
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CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE
2ª Edição
REGULAMENTO TÉCNICO
CLASSES 50 / 85 - 2 TEMPOS
INTRODUÇÃO
As presentes normas técnicas completam o quadro regulamentar aplicável a todas as manifestações desportivas do
Campeonato Atlântico de Velocidade (CAV) nas classes de 50 e 85cc a 2 tempos.
Todos os participantes devem conhecer as presentes normas e submeterem-se sem reservas a todas as
prescrições e consequências delas resultantes.
CLASSES
CLASSE MOTOR
50cc até 50 cc 1 cilindro 2 tempos
85cc até 85 cc 1 cilindro 2 tempos
IDADE DOS PILOTOS
A idade mínima e máxima para os pilotos das diferentes classes do Campeonatos são:
CLASSE
Idade
Mínima Máxima
50cc 6 50
85cc 8 50
TELEMETRIA
É proibida a transmissão de informação por qualquer forma de e para uma moto em movimento.
Os sinais de dispositivos automáticos de cronometragem não são considerados telemetria.
Os dispositivos automáticos de cronometragem não devem interferir com o sistema oficial de cronometragem do
circuito. Quando tal se verificar o piloto, ou o seu representante, será notificado pelo Director de Prova para
retirar/desligar o sistema da respectiva moto.
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MATERIAIS
É proibido o uso de titânio na fabricação do quadro, do garfo, do guiador, do braço oscilante e dos veios das rodas.
É igualmente interdito o uso de ligas leves para os veios das rodas. É autorizada a utilização de parafusos e porcas
em liga de titânio.
PROTECÇÃO DE TRANSMISSÃO
Todas as motos devem possuir uma protecção na corrente de transmissão. Deve estar protegida por um dispositivo
que em caso algum permita que o piloto entre em contacto, mesmo que acidental, com a corrente ou pinhão.
ESCAPES
Os escapes e os silenciosos devem cumprir com as normas referentes ao controlo de ruído.
A extremidade do tubo de escape, numa distância de 30 mm, deve ser horizontal e paralela ao eixo central da
moto, com uma tolerância de + 10º.
Os gases do escape devem ser expelidos para trás de forma a não levantarem poeira, não sujarem os pneus e os
travões e não incomodar os outros pilotos.
A extremidade da panela de escape não pode ultrapassar a linha definida pela tangente à vertical do pneu traseiro.
Os suportes de escape podem ser em materiais compósitos.
AMORTECEDOR DE DIRECÇÃO
Não pode sobressair de forma a não constituir um perigo para o piloto e para os outros concorrentes.
Também não pode actuar como batente de direcção.
LÍQUIDOS DE REFRIGERAÇÃO
Os únicos líquidos de refrigeração autorizados, para além do óleo de lubrificação, são a água ou uma mistura de
água com etileno-glicol.
NÚMEROS DE COMPETIÇÃO
Os números de competição da moto devem ser expostos de forma clara e visível.
CARENAGENS
É obrigatória a montagem de carenagens completas.
É interdita a participação a motos com características trail/euduro/cross.
MOTORES
Os motores devem ter um cilindro.
A cilindrada será calculada conforme a seguinte fórmula:
Cilindrada = D2 x 3,1416 x C
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A cilindrada deverá ser medida á temperatura ambiente.
Todos os tampões e bujões deveram ser freiados.
CAIXA DE VELOCIDADES
A sua construção é livre.
O número máximo de relações é de 6 (seis) velocidades.
QUADRO
O quadro deve conservar o seu número de série claramente visível.
As partes laterais do quadro podem ser protegidas com materiais compósitos. Contudo, estas protecções devem
moldar-se ao quadro não podendo alterar a sua forma.
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CARENAGENS E GUARDA-LAMAS
Materiais como fibra de carbono, vidro e ou Kevlar são autorizados.
A carenagem inferior deve incorporar um máximo de duas aberturas inferiores com um diâmetro de 19mm, as quais
devem permanecer fechadas sempre que o clima estiver seco, sendo apenas abertas em treinos ou corrida
com piso molhado, condições estas que serão determinadas pelo Director de Prova.
O Guarda-lama da frente é obrigatório
POUSA-PÉS E PEDAIS DE CONTROLO
Os pousa-pés podem ser de recolher mas, neste caso, devem ter um dispositivo que automaticamente os faça voltar
à sua posição normal. As extremidades devem ser arredondadas em forma de esfera com um raio mínimo de 8 mm.
Se os pousa-pés não forem do tipo de recolher devem ter uma extremidade fixa fabricada em plástico, Teflon® ou
em material de tipo semelhante, a qual deverá ter um raio mínimo de 8 mm.
GUIADOR
A largura do guiador não deve ter menos de 400mm.
As extremidades expostas do guiador têm de ser colmatadas com material sólido ou coberto com borracha.
O ângulo mínimo de viragem do guiador para cada lado da linha central ou posição intermédia é de 15º (quinze
graus).
Qualquer que seja a posição do guiador a roda da frente nunca deve tocar a carenagem, se esta existir.
Os batentes de direcção devem ser colocados de forma a garantir, com o ângulo de viragem máximo, um espaço
mínimo de 30 mm entre o guiador e o depósito de combustível, para prevenir o esmagamento dos dedos do piloto.
É proibida a reparação por soldadura de um guiador em liga leve.
MANETES E PEDAIS DE CONTROLO
As manetes (travão ou embraiagem) devem ter a extremidade em forma de esfera, com diâmetro mínimo de 19mm.
Esta esfera pode ter a forma achatada, mas não pode ter arestas vivas. A espessura desta forma achatada deve
ter no mínimo 14 mm. As extremidades devem ser fixas e constituir parte integrante das manetes.
As manetes e pedais de controlo devem ser montadas num pivot independente.
O pedal do travão de trás, se ancorado no pousa-pés, deve trabalhar mesmo que este esteja partido ou deformado.
COMANDO ACELERADOR E BOTÃO DE CORTE DE IGNIÇÃO OU CORRENTE
O comando do acelerador deve voltar à sua posição inicial (fechado) quando não estiver a ser comandado pela mão.
O comando do acelerador deve garantir que os êmbolos ou borboletas fecham automaticamente quando não estiver
a ser accionado.
Um interruptor de corte do circuito de ignição ou um interruptor capaz de parar o motor deve ser instalado em
qualquer dos lados do guiador, mas ao alcance da mão em posição de condução.
SUSPENSÃO FRENTE
A suspensão da frente é livre.
BRAÇO OSCILANTE E SUSPENSÃO TRASEIRA
Por motivos de segurança, é obrigatória a instalação de uma protecção da corrente de forma a não permitir que
algo (pé do piloto ou qualquer outra parte do corpo) fique preso entre a parte inferior da corrente e a cremalheira
da roda traseira. A sua fixação deverá ser feita com 2 (dois) parafusos e uma abraçadeira plástica.
TRAVÕES
As motos devem estar equipadas com travões para cada roda que funcione de modo independente.
O uso de discos ventilados ou de materiais nobres é expressamente proibido, excepto nos casos em que a moto
venha equipada assim de série.
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL
O combustível deve estar contido num único depósito fixo correctamente à moto. São proibidos depósitos
auxiliares.
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É obrigatório o uso de espuma dentro do depósito de combustível, recomenda-se forrar o depósito com uma mousse
carburante tipo Explosafe ® ou similar.
Os tubos de respiração devem possuir válvulas não reversíveis ligados a um depósito feito de material resistente
ao combustível e com uma capacidade mínima de 200 cc.
O tampão do deposito de combustível quando fechado deve ser estanque e dotado de um sistema de retenção
eficiente.
TUBOS DE COMBUSTÍVEL
Podem ser alterados e substituídos por outros do tipo rápido.
Podem ser adicionados filtros de combustível.
BOMBAS ELÉCTRICAS DE COMBUSTÍVEL
As bombas eléctricas de combustível devem parar o seu funcionamento automaticamente após um acidente.
RODAS
Os pesos de equilibragem das rodas são livres.
PNEUS
O uso de pneus sliks é autorizado.
O uso de mantas aquecedoras de pneus é autorizado dentro da box.
PESO DAS MOTOS
CLASSE PESO MÍNIMO
50cc 55 Kg
85cc 65 Kg
Antes de qualquer pesagem (preliminar ou final) é permitida a adição de água ao radiador. Na verificação técnica
final é admitida uma tolerância de 1% no peso mínimo das motos.
É PERMITIDA A REALIZAÇÃO DAS SEGUINTES ALTERAÇÕES OU SUBSTITUIÇÕES À MOTO
Pode ser utilizado qualquer tipo de lubrificante e de líquido dos travões e suspensão.
Podem ser utilizados quaisquer tipos de válvulas nos pneus.
Pode ser utilizado qualquer tipo de câmara-de-ar nos pneus.
Os chumbos de equilibragem das rodas são livres.
Pintura e acabamento das superfícies exteriores.
As coberturas para protecção do motor, quadro, corrente, pousa-pés, etc. podem ser feitas em materiais
compósitos, se estas não substituírem peças originais montadas no modelo homologado.
As pastilhas de travão traseiras e dianteiras são de marca livre.
DEVEM OBRIGATORIAMENTE SER REALIZADAS AS SEGUINTES ALTERAÇÕES
As motos devem estar equipadas com um interruptor automático que corta o circuito da ignição ou com um botão
capaz de parar o motor, o qual deverá ser instalado em qualquer um dos lados do guiador mas ao alcance da mão
quando estas tiverem em posição de condução.
Os êmbolos ou as borboletas devem fechar-se automaticamente quando estes não estiverem a ser accionados.
Todos os tampões e bujões de enchimento ou purga, filtros de óleo exteriores bem como todos os parafusos de
fixação dos circuitos de lubrificação, arrefecimento e assistência hidráulica, tampas de motor, tampas do braço
oscilantes têm de estar freados.
Todas as motos devem ter um sistema de respiração de óleo fechado. O tubo do respirador do óleo do motor deve
estar ligado à caixa-de-ar, para onde será feito o escoamento.
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Os tubos de respiração e escoamento devem escoar através de saídas existentes. Deve ser mantido o sistema de
respiração original, não sendo permitida a emissão directa para a atmosfera.
As saídas dos tubos de respiração de óleo devem escoar para dentro de um tanque de escoamento localizado em
lugar de fácil acesso, o qual deve ser despejado antes do início da corrida. Este tanque deve ter uma capacidade
mínima de 190 cc para a caixa de velocidades e 500 cc para os tubos de escoamento do motor.
PODEM SER RETIRADOS OS SEGUINTES ELEMENTOS À MOTO ORIGINAL
Conta rotações.
Velocímetro.
Interruptor da luz.
Interruptor da buzina.
Interruptor dos piscas.
Ventoinha do radiador e respectivos fios.
Acessórios aparafusados ao sub-quadro traseiro.
DEVEM OBRIGATORIAMENTE SER RETIRADOS OS SEGUINTES ELEMENTOS À MOTO ORIGINAL
Os faróis traseiros e dianteiros e os piscas devem ser retirados, devendo quando integrados na carenagem ser
mantida a mesma aparência do perfil, visto de frente e lateralmente. As aberturas deverão ser cobertas por um
material adequado.
Espelhos retrovisores.
Buzina.
Suporte da chapa de matrícula.
Ganchos para capacetes e/ou bagagem.
Caixa de ferramentas.
Pedais e pegas para passageiro.
Barras de protecção e descansos laterais e central (os suportes fixos no quadros devem permanecer).
CASOS OMISSOS
Eventuais casos omissos ou dúvidas suscitadas na interpretação das normas ou da presente informação específica
complementar, serão analisadas e decididas pela direcção da prova. A organização é soberana em qualquer decisão.
INFORMAÇÕES
Quais queres informações devem ser solicitadas pelos seguintes contactos,
Paulo Benga
Telm. 917 116 673
E-mail:
paulobengaracing@hotmail.comRui Pina
Telm. 962 052 222
E-mail:
ruipina@ndml.ptCAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE
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2ª Edição
REGULAMENTO TECNICO
CLASSE 125 - 4 TEMPOS
INTRODUÇÃO
As presentes normas técnicas completam o quadro regulamentar aplicável a todas as manifestações desportivas do
Campeonato Atlântico de Velocidade (CAV) na classe de 125cc a 4 tempos.
Todos os participantes devem conhecer as presentes normas e submeterem-se sem reservas a todas as
prescrições e consequências delas resultantes.
CLASSES
CLASSE MOTOR
125cc até 125 cc 1 cilindro 4 tempos
IDADE DOS PILOTOS
A idade mínima e máxima para os pilotos das diferentes classes do Campeonato são:
CLASSE
Idade
Mínima Máxima
125cc 16 50
TELEMETRIA
É proibida a transmissão de informação por qualquer forma de e para uma moto em movimento.
Os sinais de dispositivos automáticos de cronometragem não são considerados telemetria.
Os dispositivos automáticos de cronometragem não devem interferir com o sistema oficial de cronometragem do
circuito. Quando tal se verificar o piloto, ou o seu representante, será notificado pelo Director de Prova para
retirar/desligar o sistema da respectiva moto.
MATERIAIS
É proibido o uso de titânio na fabricação do quadro, do garfo, do guiador, do braço oscilante e dos veios das rodas.
É igualmente interdito o uso de ligas leves para os veios das rodas. É autorizada a utilização de parafusos e porcas
em liga de titânio.
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PROTECÇÃO DE TRANSMISSÃO
Todas as motos devem possuir uma protecção na corrente de transmissão. Deve estar protegida por um dispositivo
que em caso algum permita que o piloto entre em contacto, mesmo que acidental, com a corrente ou pinhão.
ELECTRÓNICA
Não são autorizadas alterações e substituição de qualquer parte eléctrica da moto.
ESCAPES
Os escapes e os silenciosos devem cumprir com as normas referentes ao controlo de ruído.
A extremidade do tubo de escape, numa distância de 30 mm, deve ser horizontal e paralela ao eixo central da
moto, com uma tolerância de + 10º.
Os gases do escape devem ser expelidos para trás de forma a não levantarem poeira, não sujarem os pneus e os
travões e não incomodar os outros pilotos.
A extremidade da panela de escape não pode ultrapassar a linha definida pela tangente à vertical do pneu traseiro.
Os suportes de escape podem ser em materiais compósitos.
AMORTECEDOR DE DIRECÇÃO
Não pode sobressair de forma a não constituir um perigo para o piloto e para os outros concorrentes.
Também não pode actuar como batente de direcção.
LÍQUIDOS DE REFRIGERAÇÃO
Os únicos líquidos de refrigeração autorizados, para além do óleo de lubrificação, são a água ou uma mistura de
água com etileno-glicol.
NÚMEROS DE COMPETIÇÃO
Os números de competição da moto devem ser expostos de forma clara e visível.
CARENAGENS
É obrigatória a montagem de carenagens completas.
É interdita a participação a motos com características trail/euduro/cross.
São autorizadas carenagens em fibra de vidro desde que mantenha a configuração do modelo de origem.
MOTORES
Qualquer alteração no motor é proibida.
Todos os tampões e bujões deveram ser freiados.
CARBURADOR
Apenas é autorizada a substituição e alteração de gigleres.
CAIXA DE VELOCIDADES
A sua construção é a de origem.
QUADRO
O quadro deve conservar o seu número de série claramente visível.
As partes laterais do quadro podem ser protegidas com materiais compósitos. Contudo, estas protecções devem
moldar-se ao quadro não podendo alterar a sua forma.
POUSA-PÉS E PEDAIS DE CONTROLO
Os pousa-pés podem ser de recolher mas, neste caso, devem ter um dispositivo que automaticamente os faça voltar
à sua posição normal. As extremidades devem ser arredondadas em forma de esfera com um raio mínimo de 8 mm.
Se os pousa-pés não forem do tipo de recolher devem ter uma extremidade fixa fabricada em plástico, Teflon® ou
em material de tipo semelhante, a qual deverá ter um raio mínimo de 8 mm.
GUIADOR
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A largura do guiador não deve ter menos de 450mm.
As extremidades expostas do guiador têm de ser colmatadas com material sólido ou coberto com borracha.
O ângulo mínimo de viragem do guiador para cada lado da linha central ou posição intermédia é de 15º (quinze
graus).
Qualquer que seja a posição do guiador a roda da frente nunca deve tocar a carenagem, se esta existir.
Os batentes de direcção devem ser colocados de forma a garantir, com o ângulo de viragem máximo, um espaço
mínimo de 30 mm entre o guiador e o depósito de combustível, para prevenir o esmagamento dos dedos do piloto.
É proibida a reparação por soldadura de um guiador em liga leve.
MANETES E PEDAIS DE CONTROLO
As manetes (travão ou embraiagem) devem ter a extremidade em forma de esfera, com diâmetro mínimo de 19mm.
Esta esfera pode ter a forma achatada, mas não pode ter arestas vivas. A espessura desta forma achatada deve
ter no mínimo 14 mm. As extremidades devem ser fixas e constituir parte integrante das manetes.
As manetes e pedais de controlo devem ser montadas num pivot independente.
O pedal do travão de trás, se ancorado no pousa-pés, deve trabalhar mesmo que este esteja partido ou deformado.
COMANDO ACELERADOR E BOTÃO DE CORTE DE IGNIÇÃO OU CORRENTE
O comando do acelerador deve voltar à sua posição inicial (fechado) quando não estiver a ser comandado pela mão.
O comando do acelerador deve garantir que os êmbolos ou borboletas fecham automaticamente quando não estiver
a ser accionado.
Um interruptor de corte do circuito de ignição ou um interruptor capaz de parar o motor deve ser instalado em
qualquer dos lados do guiador, mas ao alcance da mão em posição de condução.
SUSPENSÃO FRENTE
É proibida a substituição e alteração das suspensões de origem.
É autorizada a substituição do óleo.
BRAÇO OSCILANTE E SUSPENSÃO TRASEIRA
Por motivos de segurança, é obrigatória a instalação de uma protecção da corrente de forma a não permitir que
algo (pé do piloto ou qualquer outra parte do corpo) fique preso entre a parte inferior da corrente e a cremalheira
da roda traseira. A sua fixação deverá ser feita com 2 (dois) parafusos e uma abraçadeira plástica.
TRAVÕES
As motos devem estar equipadas com travões para cada roda que funcione de modo independente.
O uso de discos ventilados ou de materiais nobres é expressamente proibido, excepto nos casos em que a moto
venha equipada assim de série.
É autorizada a substituição dos tubos de origem por tubos de malha de aço.
As pinças e bombas devem ser as de origem.
As pastilhas de travão traseiras e dianteiras são de marca livre.
DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL
O combustível deve estar contido num único depósito fixo correctamente à moto. São proibidos depósitos
auxiliares.
É obrigatório o uso de espuma dentro do depósito de combustível, recomenda-se forrar o depósito com uma mousse
carburante tipo Explosafe ® ou similar.
Os tubos de respiração devem possuir válvulas não reversíveis ligados a um depósito feito de material resistente
ao combustível e com uma capacidade mínima de 200 cc.
O tampão do deposito de combustível quando fechado deve ser estanque e dotado de um sistema de retenção
eficiente.
TUBOS DE COMBUSTÍVEL
Podem ser alterados e substituídos por outros do tipo rápido.
Podem ser adicionados filtros de combustível.
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BOMBAS ELÉCTRICAS DE COMBUSTÍVEL
As bombas eléctricas de combustível devem parar o seu funcionamento automaticamente após um acidente.
RODAS
Os pesos de equilibragem das rodas são livres.
As motos devem manter as jantes de origem sem quais queres alterações.
PNEUS
O uso de pneus sliks é autorizado.
O uso de mantas aquecedoras de pneus é autorizado dentro da box.
PESO DAS MOTOS
CLASSE PESO MÍNIMO
125cc 110 Kg
Antes de qualquer pesagem (preliminar ou final) é permitida a adição de água ao radiador. Na verificação técnica
final é admitida uma tolerância de 1% no peso mínimo das motos.
É PERMITIDA A REALIZAÇÃO DAS SEGUINTES ALTERAÇÕES OU SUBSTITUIÇÕES À MOTO
Pode ser utilizado qualquer tipo de lubrificante e de líquido dos travões e suspensão.
Podem ser utilizados quaisquer tipos de válvulas nos pneus.
Pode ser utilizado qualquer tipo de câmara-de-ar nos pneus.
Os chumbos de equilibragem das rodas são livres.
Pode ser retirado o conjunto de caixa e filtro de ar.
Pintura e acabamento das superfícies exteriores.
As coberturas para protecção do motor, quadro, corrente, pousa-pés, etc. podem ser feitas em materiais
compósitos, se estas não substituírem peças originais montadas no modelo homologado.
DEVEM OBRIGATORIAMENTE SER REALIZADAS AS SEGUINTES ALTERAÇÕES
As motos devem estar equipadas com um interruptor automático que corta o circuito da ignição ou com um botão
capaz de parar o motor, o qual deverá ser instalado em qualquer um dos lados do guiador mas ao alcance da mão
quando estas tiverem em posição de condução.
Os êmbolos ou as borboletas devem fechar-se automaticamente quando estes não estiverem a ser accionados.
Todos os tampões e bujões de enchimento ou purga, filtros de óleo exteriores bem como todos os parafusos de
fixação dos circuitos de lubrificação, arrefecimento e assistência hidráulica, tampas de motor, tampas do braço
oscilantes têm de estar freados.
Todas as motos devem ter um sistema de respiração de óleo fechado. O tubo do respirador do óleo do motor deve
estar ligado à caixa-de-ar, para onde será feito o escoamento.
Os tubos de respiração e escoamento devem escoar através de saídas existentes. Deve ser mantido o sistema de
respiração original, não sendo permitida a emissão directa para a atmosfera.
As saídas dos tubos de respiração de óleo devem escoar para dentro de um tanque de escoamento localizado em
lugar de fácil acesso, o qual deve ser despejado antes do início da corrida. Este tanque deve ter uma capacidade
mínima de 190 cc para a caixa de velocidades e 500 cc para os tubos de escoamento do motor.
PODEM SER RETIRADOS OS SEGUINTES ELEMENTOS À MOTO ORIGINAL
Conta rotações.
Velocímetro.
Interruptor da luz.
Interruptor da buzina.
Interruptor dos piscas.
Ventoinha do radiador e respectivos fios.
Acessórios aparafusados ao sub-quadro traseiro.
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DEVEM OBRIGATORIAMENTE SER RETIRADOS OS SEGUINTES ELEMENTOS À MOTO ORIGINAL
Os faróis traseiros e dianteiros e os piscas devem ser retirados, devendo quando integrados na carenagem ser
mantida a mesma aparência do perfil, visto de frente e lateralmente. As aberturas deverão ser cobertas por um
material adequado.
Espelhos retrovisores.
Buzina.
Suporte da chapa de matrícula.
Ganchos para capacetes e/ou bagagem.
Caixa de ferramentas.
Pedais e pegas para passageiro.
Barras de protecção e descansos laterais e central (os suportes fixos no quadros devem permanecer).
CASOS OMISSOS
Eventuais casos omissos ou dúvidas suscitadas na interpretação das normas ou da presente informação específica
complementar, serão analisadas e decididas pela direcção da prova. A organização é soberana em qualquer decisão.
INFORMAÇÕES
Quais queres informações devem ser solicitadas pelos seguintes contactos,
Paulo Benga
Telm. 917 116 673
E-mail:
paulobengaracing@hotmail.comRui Pina
Telm. 962 052 222
E-mail:
ruipina@ndml.ptSoares telm: 00 351 912 109 394