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| | Campeonato Atlântico de Velocidade 2010 | |
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papas71

Número de Mensagens: 61 Idade: 33 Localização: amadora Data de inscrição: 2009-09-25
 | Subject: Campeonato Atlântico de Velocidade 2010 Wed Feb 17, 2010 2:56 am | |
| CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o d e s p o r t i v o SINALIZAÇÃO OFICIAL As bandeiras e os sinais luminosos são utilizados durante as sessões de treinos e corrida para transmitir instruções e/ou informações aos pilotos. Bandeira verde: Informa que a pista está livre. Deverá ser mostrada estática: - nos postos de comissários durante a primeira volta das sessões de treinos, na volta de reconhecimento e na volta de aquecimento; - no posto de comissários que indica o final de uma zona de perigo sinalizada por bandeiras amarelas. Deverá ser mostrada agitada: - na saída do pit-lane para informar que o acesso à pista está aberto; - na linha de partida para dar início à volta de aquecimento; - no final da grelha de partida para informar que todos os pilotos estão prontos para a partida da corrida. Bandeira amarela com riscas vermelhas: Informa a deterioração das condições de aderência da pista por razões diferentes da chuva. Deve ser mostrada estática nos postos de comissários onde se verifica essa situação. Bandeira branca com cruz vermelha em diagonal: Informa a existência de chuviscos nessa secção da pista. Deve ser mostrada estática nos postos de comissários onde se verifica essa situação. Bandeira branca com cruz vermelha em diagonal + Bandeira amarela com riscas vermelhas: Informa a existência de chuva nessa secção do circuito. Ambas as bandeiras devem ser mostradas estáticas nos postos de comissários onde se verifica a essa situação. Bandeira azul: Informa um piloto que está prestes a ser ultrapassado e é mostrada agitada. Durante as sessões de treinos o piloto lento deve manter a sua trajectória e abrandar gradualmente para deixar passar o piloto mais rápido. Durante a corrida informa o piloto a quem a bandeira é mostrada que está prestes a ser dobrado (a perder uma volta) e que deve permitir a ultrapassagem na primeira oportunidade. A infracção a estes procedimentos incorre na penalização ou de desclassificação. Bandeira de xadrez (aos quadrados pretos e brancos): Informa o final da corrida ou da sessão de treinos. É mostrada agitada ao nível da pista e na linha de chegada. Bandeira de xadrez + Bandeira azul: Estas duas bandeiras são mostradas agitadas ao nível da pista e na linha de chegada quando um piloto retardatário antecede de perto o primeiro classificado. Bandeira amarela: Informa da existência de um incidente e/ou perigo. (Incidente significa qualquer ocorrência ou série de ocorrências envolvendo um ou mais pilotos.) CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o d e s p o r t i v o Quando mostrada agitada no posto de comissários de pista informa os pilotos que existe um perigo na pista ou junto à mesma, no sector onde se encontra exibida. Os pilotos devem abrandar e preparar-se para parar e/ou seguir uma trajectória que pode não ser a usual. É proibido ultrapassar até ao posto de comissários onde for mostrada a bandeira verde. Porém, se um piloto ultrapassar outro piloto num sector onde a bandeira amarela está a ser exibida deve de imediato levantar o braço e deixar passar o piloto envolvido. Neste caso não será aplicada qualquer penalização. Esta bandeira deve, ainda, ser mostrada agitada em todos os postos de comissários de pista na volta de inspecção ao circuito. Bandeira vermelha: Informa que a sessão de treinos ou corrida foi interrompida, devendo ser mostrada agitada em todos os postos de comissários de pista. Os pilotos devem abrandar e dirigir-se lentamente e com prudência para as boxes. Deve ser mostrada estática na saída do pit-lane quando a entrada em pista não for autorizada e na grelha de partida no final da volta de reconhecimento e no final da volta de aquecimento. A infracção a estes procedimentos incorre na penalização de multa ou de desclassificação. Bandeira preta: Informa que um piloto foi desclassificado. Deverá ser apresentada estática em todos os postos de comissários em conjunto com uma placa com o número desse piloto. O piloto em causa deve parar nas boxes no final da volta seguinte, não sendo autorizado o seu regresso à pista. Esta bandeira só será mostrada por ordem do Director de Prova. Bandeira preta com círculo cor de laranja: Informa um piloto que a sua moto está com problemas mecânicos, susceptíveis de constituir perigo para ele próprio ou para os outros pilotos. É apresentada estática em conjunto com uma placa com o número do piloto. O piloto em causa deve de imediato abandonar a pista. Esta bandeira só será mostrada por ordem do Director de Prova. O incumprimento destas instruções resulta nas seguintes penalizações: - Durante as sessões de treinos - anulação dos tempos cronometrados realizados durante a sessão de treinos em questão; - Durante a corrida - penalização de 10 segundos de atraso; EQUIPAMENTO Os pilotos têm de usar fato completo em cabedal de uma só peça com protecções adicionais em cabedal ou de outros materiais nos principais pontos de contacto (joelhos, cotovelos, ombros, as duas zonas do torso e articulação da bacia, etc.). Devem utilizar roupa interior completa, se os fatos não forem forrados. Os materiais sintéticos que podem fundir e ferir a pele, em caso de acidente, não são autorizados. Obrigatório o uso de luvas de protecção em cabedal e botas de couro com altura mínima de 200mm. O uso de protecção lombar é altamente aconselhável. É obrigatória a utilização de um capacete integral em bom estado de conservação convenientemente apertado e ajustado durante a sua utilização. VERIFICAÇÕES ADMINISTRATIVAS As verificações administrativas são obrigatórias e decorrem no Secretariado do Kartódromo no horário indicado. A credenciação consiste na verificação do boletim de inscrição, na finalização de algum assunto administrativo pendente e no levantamento do transponder, que deverá ser colocado na moto. CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o d e s p o r t i v o VERIFICAÇÕES TECNICAS As verificações Técnicas terão lugar logo após as verificações Administrativas. Todas as motos, deverão ser apresentadas na condição de prontas para a prova. Nas verificações técnicas serão acauteladas as questões de Segurança da moto e dos equipamentos dos condutores. Será obrigatória a colocação do transponder. TREINOS Para cada classe os treinos são constituídos por 1 sessão de treinos livres de 20 minutos e 2 sessões de treinos cronometrados de 20 minutos. Só são admitidas nas sessões de treinos as motos aprovadas nas verificações técnicas. Os pilotos começam as sessões de treinos no final das boxes e após ordem do comissário responsável. As sessões de treinos terminam com a exibição da bandeira de xadrez. O resultado dos treinos cronometrados serve para a ordenação dos pilotos na grelha de partida, sendo atribuída a polé-position ao piloto com o tempo mais rápido. Os restantes pilotos são ordenados sucessivamente nos outros lugares da grelha de partida pela ordem crescente dos tempos obtidos. GRELHA DE PARTIDA A formação para a corrida será feita na zona de pré-grelha. Os pilotos que prevejam que, por qualquer motivo, não podem tomar parte na corrida devem informar o Director de Prova antes da publicação da grelha de partida, de forma a não existirem lugares vazios. BRIEFING Para esclarecer os pilotos quanto a novas regras e/ou procedimentos a entidade organizadora realizará antes da primeira manga da competição um briefing com os pilotos e o Director de Prova. A presença no briefing é obrigatória para todos os pilotos inscritos no Campeonato Atlântico de Velocidade. É autorizada a presença dos directores de equipa mas a sua presença não tem carácter de substituição do piloto. PROCEDIMENTO DE PARTIDA A pista encontra-se aberta para a volta de reconhecimento assim que for mostrada a placa “Motores”. Os pilotos não podem efectuar mais do que uma volta de reconhecimento. No decorrer desta volta os pilotos devem adoptar uma velocidade regular de forma a manter as posições da grelha de partida. A volta de reconhecimento é obrigatória. De regresso à grelha de partida os pilotos devem retomar a sua posição, colocando a roda da frente sem ultrapassar a linha que define a sua posição e mantendo os motores a trabalhar. Um comissário de pista estará à frente da grelha de partida empunhando uma bandeira vermelha. Os pilotos que deixem calar o motor ou que tenham qualquer outro problema na grelha de partida, devem manter-se na sua moto e levantar o braço. Não é permitido tentar atrasar a partida por qualquer outro meio. Quando todos os pilotos estiverem preparados e todas as motos em funcionamento, o comissário que estiver no final da grelha de partida agitará a bandeira verde e o Starter indicará então ao comissário de pista que se encontra no princípio da grelha de partida, com a bandeira vermelha, para se deslocar para o lado de fora da pista. As luzes vermelhas do semáforo da linha de partida são então acesas e entre 2 (dois) a 5 (cinco) segundos desligadas, ficando todas as luzes apagadas. O sinal de partida é dado pelo momento em que as luzes vermelhas do semáforo se apagam. Todo o piloto que antecipe a partida será sancionado com a penalização de 10 segundos. Se após o sinal de partida uma moto ficar imobilizada na grelha de partida, os comissários de pista devem intervir de imediato empurrando a moto para pôr o motor a trabalhar. Se o motor não pegar, os comissários de pista devem empurrar a moto para as boxes (princípio ou fim, conforme o que estiver mais próximo), de modo a que os mecânicos possam intervir e solucionar o problema. CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o d e s p o r t i v o CORRIDA As corridas tem a duração de 20 voltas e terminam com a exibição da bandeira de Xadrez. Serão realizadas 2 mangas para as classes de 85 e 125cc e apenas 1 para motos de cilindrada até 50cc. Se um piloto tiver intenção de abandonar a corrida deve colocar a sua moto numa área segura, de acordo com as instruções dos comissários de pista. Todos os pilotos que regressem às suas boxes com velocidade reduzida devem utilizar a pista fora das trajectórias ideais e sinalizar o seu andamento lento, levantando um braço. No acto de ultrapassar ou de ser ultrapassado é proibido obstruir o caminho ao outro piloto. É proibida a prática de condução anti-desportiva. Se o Director de Prova decidir interromper uma corrida devido a um incidente ou motivos meteorológicos a bandeira vermelha será exibida na linha de chegada e em todos os postos de comissários de pista e os semáforos apresentarão a luz vermelha. Os pilotos devem abrandar e dirigir-se lentamente para as boxes. CLASSIFICAÇÃO Em cada corrida são atribuídos pontos aos pilotos classificados segundo a seguinte tabela: 1º 25 pontos 4º 13 pontos 7º 9 pontos 10º 6 pontos 13º 3 pontos 2º 20 pontos 5º 11 pontos 8º 8 pontos 11º 5 pontos 14º 2 pontos 3º 16 pontos 6º 10 pontos 9º 7 pontos 12º 4 pontos 15º 1 pontos No caso de igualdade de pontos entre dois ou mais pilotos o desempate far-se-á tendo em conta o melhor tempo por volta da primeira corrida. INSTRUÇÕES E COMUNICADOS AOS CONCORRENTES Todas as instruções, comunicados, resultados e classificações referentes a uma manifestação desportiva devem ser afixados no quadro oficial da prova. A colocação destes documentos no quadro oficial da prova, com a respectiva hora e data de afixação, fará prova da sua divulgação. SISTEMA DE CRONOMETRAGEM Nas sessões de treinos livres, cronometrados e corrida será utilizado um sistema electrónico de cronometragem. Cada piloto tem que obrigatoriamente usar um transponder distribuído pela entidade organizadora. O transponder deve ser levantado no decurso das verificações administrativas, mediante a entrega de um Cartão de identificação (Cartão do Cidadão ou Carta de Condução). A verificação da correcta colocação do transponder é da responsabilidade do Comissário Técnico durante as verificações técnicas. Contudo, a colocação do transponder é da responsabilidade do piloto. CASOS OMISSOS Eventuais casos omissos ou dúvidas suscitadas na interpretação das normas ou da presente informação específica complementar, serão analisadas e decididas pela direcção da prova. A organização é soberana em qualquer decisão. INFORMAÇÕES Quais queres informações devem ser solicitadas pelos seguintes contactos, Paulo Benga Telm. 917 116 673 E-mail: paulobengaracing@hotmail.com Rui Pina Telm. 962 052 222 E-mail: ruipina@ndml.pt Soares telm: oo 351 912 109 394 |
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Número de Mensagens: 61 Idade: 33 Localização: amadora Data de inscrição: 2009-09-25
 | Subject: Re: Campeonato Atlântico de Velocidade 2010 Wed Feb 17, 2010 3:00 am | |
| CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 1 CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE 2ª Edição REGULAMENTO TÉCNICO CLASSES 50 / 85 - 2 TEMPOS INTRODUÇÃO As presentes normas técnicas completam o quadro regulamentar aplicável a todas as manifestações desportivas do Campeonato Atlântico de Velocidade (CAV) nas classes de 50 e 85cc a 2 tempos. Todos os participantes devem conhecer as presentes normas e submeterem-se sem reservas a todas as prescrições e consequências delas resultantes. CLASSES CLASSE MOTOR 50cc até 50 cc 1 cilindro 2 tempos 85cc até 85 cc 1 cilindro 2 tempos IDADE DOS PILOTOS A idade mínima e máxima para os pilotos das diferentes classes do Campeonatos são: CLASSE Idade Mínima Máxima 50cc 6 50 85cc 8 50 TELEMETRIA É proibida a transmissão de informação por qualquer forma de e para uma moto em movimento. Os sinais de dispositivos automáticos de cronometragem não são considerados telemetria. Os dispositivos automáticos de cronometragem não devem interferir com o sistema oficial de cronometragem do circuito. Quando tal se verificar o piloto, ou o seu representante, será notificado pelo Director de Prova para retirar/desligar o sistema da respectiva moto. CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 2 MATERIAIS É proibido o uso de titânio na fabricação do quadro, do garfo, do guiador, do braço oscilante e dos veios das rodas. É igualmente interdito o uso de ligas leves para os veios das rodas. É autorizada a utilização de parafusos e porcas em liga de titânio. PROTECÇÃO DE TRANSMISSÃO Todas as motos devem possuir uma protecção na corrente de transmissão. Deve estar protegida por um dispositivo que em caso algum permita que o piloto entre em contacto, mesmo que acidental, com a corrente ou pinhão. ESCAPES Os escapes e os silenciosos devem cumprir com as normas referentes ao controlo de ruído. A extremidade do tubo de escape, numa distância de 30 mm, deve ser horizontal e paralela ao eixo central da moto, com uma tolerância de + 10º. Os gases do escape devem ser expelidos para trás de forma a não levantarem poeira, não sujarem os pneus e os travões e não incomodar os outros pilotos. A extremidade da panela de escape não pode ultrapassar a linha definida pela tangente à vertical do pneu traseiro. Os suportes de escape podem ser em materiais compósitos. AMORTECEDOR DE DIRECÇÃO Não pode sobressair de forma a não constituir um perigo para o piloto e para os outros concorrentes. Também não pode actuar como batente de direcção. LÍQUIDOS DE REFRIGERAÇÃO Os únicos líquidos de refrigeração autorizados, para além do óleo de lubrificação, são a água ou uma mistura de água com etileno-glicol. NÚMEROS DE COMPETIÇÃO Os números de competição da moto devem ser expostos de forma clara e visível. CARENAGENS É obrigatória a montagem de carenagens completas. É interdita a participação a motos com características trail/euduro/cross. MOTORES Os motores devem ter um cilindro. A cilindrada será calculada conforme a seguinte fórmula: Cilindrada = D2 x 3,1416 x C 4 A cilindrada deverá ser medida á temperatura ambiente. Todos os tampões e bujões deveram ser freiados. CAIXA DE VELOCIDADES A sua construção é livre. O número máximo de relações é de 6 (seis) velocidades. QUADRO O quadro deve conservar o seu número de série claramente visível. As partes laterais do quadro podem ser protegidas com materiais compósitos. Contudo, estas protecções devem moldar-se ao quadro não podendo alterar a sua forma. CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 3 CARENAGENS E GUARDA-LAMAS Materiais como fibra de carbono, vidro e ou Kevlar são autorizados. A carenagem inferior deve incorporar um máximo de duas aberturas inferiores com um diâmetro de 19mm, as quais devem permanecer fechadas sempre que o clima estiver seco, sendo apenas abertas em treinos ou corrida com piso molhado, condições estas que serão determinadas pelo Director de Prova. O Guarda-lama da frente é obrigatório POUSA-PÉS E PEDAIS DE CONTROLO Os pousa-pés podem ser de recolher mas, neste caso, devem ter um dispositivo que automaticamente os faça voltar à sua posição normal. As extremidades devem ser arredondadas em forma de esfera com um raio mínimo de 8 mm. Se os pousa-pés não forem do tipo de recolher devem ter uma extremidade fixa fabricada em plástico, Teflon® ou em material de tipo semelhante, a qual deverá ter um raio mínimo de 8 mm. GUIADOR A largura do guiador não deve ter menos de 400mm. As extremidades expostas do guiador têm de ser colmatadas com material sólido ou coberto com borracha. O ângulo mínimo de viragem do guiador para cada lado da linha central ou posição intermédia é de 15º (quinze graus). Qualquer que seja a posição do guiador a roda da frente nunca deve tocar a carenagem, se esta existir. Os batentes de direcção devem ser colocados de forma a garantir, com o ângulo de viragem máximo, um espaço mínimo de 30 mm entre o guiador e o depósito de combustível, para prevenir o esmagamento dos dedos do piloto. É proibida a reparação por soldadura de um guiador em liga leve. MANETES E PEDAIS DE CONTROLO As manetes (travão ou embraiagem) devem ter a extremidade em forma de esfera, com diâmetro mínimo de 19mm. Esta esfera pode ter a forma achatada, mas não pode ter arestas vivas. A espessura desta forma achatada deve ter no mínimo 14 mm. As extremidades devem ser fixas e constituir parte integrante das manetes. As manetes e pedais de controlo devem ser montadas num pivot independente. O pedal do travão de trás, se ancorado no pousa-pés, deve trabalhar mesmo que este esteja partido ou deformado. COMANDO ACELERADOR E BOTÃO DE CORTE DE IGNIÇÃO OU CORRENTE O comando do acelerador deve voltar à sua posição inicial (fechado) quando não estiver a ser comandado pela mão. O comando do acelerador deve garantir que os êmbolos ou borboletas fecham automaticamente quando não estiver a ser accionado. Um interruptor de corte do circuito de ignição ou um interruptor capaz de parar o motor deve ser instalado em qualquer dos lados do guiador, mas ao alcance da mão em posição de condução. SUSPENSÃO FRENTE A suspensão da frente é livre. BRAÇO OSCILANTE E SUSPENSÃO TRASEIRA Por motivos de segurança, é obrigatória a instalação de uma protecção da corrente de forma a não permitir que algo (pé do piloto ou qualquer outra parte do corpo) fique preso entre a parte inferior da corrente e a cremalheira da roda traseira. A sua fixação deverá ser feita com 2 (dois) parafusos e uma abraçadeira plástica. TRAVÕES As motos devem estar equipadas com travões para cada roda que funcione de modo independente. O uso de discos ventilados ou de materiais nobres é expressamente proibido, excepto nos casos em que a moto venha equipada assim de série. DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL O combustível deve estar contido num único depósito fixo correctamente à moto. São proibidos depósitos auxiliares. CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 4 É obrigatório o uso de espuma dentro do depósito de combustível, recomenda-se forrar o depósito com uma mousse carburante tipo Explosafe ® ou similar. Os tubos de respiração devem possuir válvulas não reversíveis ligados a um depósito feito de material resistente ao combustível e com uma capacidade mínima de 200 cc. O tampão do deposito de combustível quando fechado deve ser estanque e dotado de um sistema de retenção eficiente. TUBOS DE COMBUSTÍVEL Podem ser alterados e substituídos por outros do tipo rápido. Podem ser adicionados filtros de combustível. BOMBAS ELÉCTRICAS DE COMBUSTÍVEL As bombas eléctricas de combustível devem parar o seu funcionamento automaticamente após um acidente. RODAS Os pesos de equilibragem das rodas são livres. PNEUS O uso de pneus sliks é autorizado. O uso de mantas aquecedoras de pneus é autorizado dentro da box. PESO DAS MOTOS CLASSE PESO MÍNIMO 50cc 55 Kg 85cc 65 Kg Antes de qualquer pesagem (preliminar ou final) é permitida a adição de água ao radiador. Na verificação técnica final é admitida uma tolerância de 1% no peso mínimo das motos. É PERMITIDA A REALIZAÇÃO DAS SEGUINTES ALTERAÇÕES OU SUBSTITUIÇÕES À MOTO Pode ser utilizado qualquer tipo de lubrificante e de líquido dos travões e suspensão. Podem ser utilizados quaisquer tipos de válvulas nos pneus. Pode ser utilizado qualquer tipo de câmara-de-ar nos pneus. Os chumbos de equilibragem das rodas são livres. Pintura e acabamento das superfícies exteriores. As coberturas para protecção do motor, quadro, corrente, pousa-pés, etc. podem ser feitas em materiais compósitos, se estas não substituírem peças originais montadas no modelo homologado. As pastilhas de travão traseiras e dianteiras são de marca livre. DEVEM OBRIGATORIAMENTE SER REALIZADAS AS SEGUINTES ALTERAÇÕES As motos devem estar equipadas com um interruptor automático que corta o circuito da ignição ou com um botão capaz de parar o motor, o qual deverá ser instalado em qualquer um dos lados do guiador mas ao alcance da mão quando estas tiverem em posição de condução. Os êmbolos ou as borboletas devem fechar-se automaticamente quando estes não estiverem a ser accionados. Todos os tampões e bujões de enchimento ou purga, filtros de óleo exteriores bem como todos os parafusos de fixação dos circuitos de lubrificação, arrefecimento e assistência hidráulica, tampas de motor, tampas do braço oscilantes têm de estar freados. Todas as motos devem ter um sistema de respiração de óleo fechado. O tubo do respirador do óleo do motor deve estar ligado à caixa-de-ar, para onde será feito o escoamento. CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 5 Os tubos de respiração e escoamento devem escoar através de saídas existentes. Deve ser mantido o sistema de respiração original, não sendo permitida a emissão directa para a atmosfera. As saídas dos tubos de respiração de óleo devem escoar para dentro de um tanque de escoamento localizado em lugar de fácil acesso, o qual deve ser despejado antes do início da corrida. Este tanque deve ter uma capacidade mínima de 190 cc para a caixa de velocidades e 500 cc para os tubos de escoamento do motor. PODEM SER RETIRADOS OS SEGUINTES ELEMENTOS À MOTO ORIGINAL Conta rotações. Velocímetro. Interruptor da luz. Interruptor da buzina. Interruptor dos piscas. Ventoinha do radiador e respectivos fios. Acessórios aparafusados ao sub-quadro traseiro. DEVEM OBRIGATORIAMENTE SER RETIRADOS OS SEGUINTES ELEMENTOS À MOTO ORIGINAL Os faróis traseiros e dianteiros e os piscas devem ser retirados, devendo quando integrados na carenagem ser mantida a mesma aparência do perfil, visto de frente e lateralmente. As aberturas deverão ser cobertas por um material adequado. Espelhos retrovisores. Buzina. Suporte da chapa de matrícula. Ganchos para capacetes e/ou bagagem. Caixa de ferramentas. Pedais e pegas para passageiro. Barras de protecção e descansos laterais e central (os suportes fixos no quadros devem permanecer). CASOS OMISSOS Eventuais casos omissos ou dúvidas suscitadas na interpretação das normas ou da presente informação específica complementar, serão analisadas e decididas pela direcção da prova. A organização é soberana em qualquer decisão. INFORMAÇÕES Quais queres informações devem ser solicitadas pelos seguintes contactos, Paulo Benga Telm. 917 116 673 E-mail: paulobengaracing@hotmail.com Rui Pina Telm. 962 052 222 E-mail: ruipina@ndml.pt CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 6 CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE 2ª Edição REGULAMENTO TECNICO CLASSE 125 - 4 TEMPOS INTRODUÇÃO As presentes normas técnicas completam o quadro regulamentar aplicável a todas as manifestações desportivas do Campeonato Atlântico de Velocidade (CAV) na classe de 125cc a 4 tempos. Todos os participantes devem conhecer as presentes normas e submeterem-se sem reservas a todas as prescrições e consequências delas resultantes. CLASSES CLASSE MOTOR 125cc até 125 cc 1 cilindro 4 tempos IDADE DOS PILOTOS A idade mínima e máxima para os pilotos das diferentes classes do Campeonato são: CLASSE Idade Mínima Máxima 125cc 16 50 TELEMETRIA É proibida a transmissão de informação por qualquer forma de e para uma moto em movimento. Os sinais de dispositivos automáticos de cronometragem não são considerados telemetria. Os dispositivos automáticos de cronometragem não devem interferir com o sistema oficial de cronometragem do circuito. Quando tal se verificar o piloto, ou o seu representante, será notificado pelo Director de Prova para retirar/desligar o sistema da respectiva moto. MATERIAIS É proibido o uso de titânio na fabricação do quadro, do garfo, do guiador, do braço oscilante e dos veios das rodas. É igualmente interdito o uso de ligas leves para os veios das rodas. É autorizada a utilização de parafusos e porcas em liga de titânio. CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 7 PROTECÇÃO DE TRANSMISSÃO Todas as motos devem possuir uma protecção na corrente de transmissão. Deve estar protegida por um dispositivo que em caso algum permita que o piloto entre em contacto, mesmo que acidental, com a corrente ou pinhão. ELECTRÓNICA Não são autorizadas alterações e substituição de qualquer parte eléctrica da moto. ESCAPES Os escapes e os silenciosos devem cumprir com as normas referentes ao controlo de ruído. A extremidade do tubo de escape, numa distância de 30 mm, deve ser horizontal e paralela ao eixo central da moto, com uma tolerância de + 10º. Os gases do escape devem ser expelidos para trás de forma a não levantarem poeira, não sujarem os pneus e os travões e não incomodar os outros pilotos. A extremidade da panela de escape não pode ultrapassar a linha definida pela tangente à vertical do pneu traseiro. Os suportes de escape podem ser em materiais compósitos. AMORTECEDOR DE DIRECÇÃO Não pode sobressair de forma a não constituir um perigo para o piloto e para os outros concorrentes. Também não pode actuar como batente de direcção. LÍQUIDOS DE REFRIGERAÇÃO Os únicos líquidos de refrigeração autorizados, para além do óleo de lubrificação, são a água ou uma mistura de água com etileno-glicol. NÚMEROS DE COMPETIÇÃO Os números de competição da moto devem ser expostos de forma clara e visível. CARENAGENS É obrigatória a montagem de carenagens completas. É interdita a participação a motos com características trail/euduro/cross. São autorizadas carenagens em fibra de vidro desde que mantenha a configuração do modelo de origem. MOTORES Qualquer alteração no motor é proibida. Todos os tampões e bujões deveram ser freiados. CARBURADOR Apenas é autorizada a substituição e alteração de gigleres. CAIXA DE VELOCIDADES A sua construção é a de origem. QUADRO O quadro deve conservar o seu número de série claramente visível. As partes laterais do quadro podem ser protegidas com materiais compósitos. Contudo, estas protecções devem moldar-se ao quadro não podendo alterar a sua forma. POUSA-PÉS E PEDAIS DE CONTROLO Os pousa-pés podem ser de recolher mas, neste caso, devem ter um dispositivo que automaticamente os faça voltar à sua posição normal. As extremidades devem ser arredondadas em forma de esfera com um raio mínimo de 8 mm. Se os pousa-pés não forem do tipo de recolher devem ter uma extremidade fixa fabricada em plástico, Teflon® ou em material de tipo semelhante, a qual deverá ter um raio mínimo de 8 mm. GUIADOR CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 8 A largura do guiador não deve ter menos de 450mm. As extremidades expostas do guiador têm de ser colmatadas com material sólido ou coberto com borracha. O ângulo mínimo de viragem do guiador para cada lado da linha central ou posição intermédia é de 15º (quinze graus). Qualquer que seja a posição do guiador a roda da frente nunca deve tocar a carenagem, se esta existir. Os batentes de direcção devem ser colocados de forma a garantir, com o ângulo de viragem máximo, um espaço mínimo de 30 mm entre o guiador e o depósito de combustível, para prevenir o esmagamento dos dedos do piloto. É proibida a reparação por soldadura de um guiador em liga leve. MANETES E PEDAIS DE CONTROLO As manetes (travão ou embraiagem) devem ter a extremidade em forma de esfera, com diâmetro mínimo de 19mm. Esta esfera pode ter a forma achatada, mas não pode ter arestas vivas. A espessura desta forma achatada deve ter no mínimo 14 mm. As extremidades devem ser fixas e constituir parte integrante das manetes. As manetes e pedais de controlo devem ser montadas num pivot independente. O pedal do travão de trás, se ancorado no pousa-pés, deve trabalhar mesmo que este esteja partido ou deformado. COMANDO ACELERADOR E BOTÃO DE CORTE DE IGNIÇÃO OU CORRENTE O comando do acelerador deve voltar à sua posição inicial (fechado) quando não estiver a ser comandado pela mão. O comando do acelerador deve garantir que os êmbolos ou borboletas fecham automaticamente quando não estiver a ser accionado. Um interruptor de corte do circuito de ignição ou um interruptor capaz de parar o motor deve ser instalado em qualquer dos lados do guiador, mas ao alcance da mão em posição de condução. SUSPENSÃO FRENTE É proibida a substituição e alteração das suspensões de origem. É autorizada a substituição do óleo. BRAÇO OSCILANTE E SUSPENSÃO TRASEIRA Por motivos de segurança, é obrigatória a instalação de uma protecção da corrente de forma a não permitir que algo (pé do piloto ou qualquer outra parte do corpo) fique preso entre a parte inferior da corrente e a cremalheira da roda traseira. A sua fixação deverá ser feita com 2 (dois) parafusos e uma abraçadeira plástica. TRAVÕES As motos devem estar equipadas com travões para cada roda que funcione de modo independente. O uso de discos ventilados ou de materiais nobres é expressamente proibido, excepto nos casos em que a moto venha equipada assim de série. É autorizada a substituição dos tubos de origem por tubos de malha de aço. As pinças e bombas devem ser as de origem. As pastilhas de travão traseiras e dianteiras são de marca livre. DEPÓSITO DE COMBUSTÍVEL O combustível deve estar contido num único depósito fixo correctamente à moto. São proibidos depósitos auxiliares. É obrigatório o uso de espuma dentro do depósito de combustível, recomenda-se forrar o depósito com uma mousse carburante tipo Explosafe ® ou similar. Os tubos de respiração devem possuir válvulas não reversíveis ligados a um depósito feito de material resistente ao combustível e com uma capacidade mínima de 200 cc. O tampão do deposito de combustível quando fechado deve ser estanque e dotado de um sistema de retenção eficiente. TUBOS DE COMBUSTÍVEL Podem ser alterados e substituídos por outros do tipo rápido. Podem ser adicionados filtros de combustível. CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 9 BOMBAS ELÉCTRICAS DE COMBUSTÍVEL As bombas eléctricas de combustível devem parar o seu funcionamento automaticamente após um acidente. RODAS Os pesos de equilibragem das rodas são livres. As motos devem manter as jantes de origem sem quais queres alterações. PNEUS O uso de pneus sliks é autorizado. O uso de mantas aquecedoras de pneus é autorizado dentro da box. PESO DAS MOTOS CLASSE PESO MÍNIMO 125cc 110 Kg Antes de qualquer pesagem (preliminar ou final) é permitida a adição de água ao radiador. Na verificação técnica final é admitida uma tolerância de 1% no peso mínimo das motos. É PERMITIDA A REALIZAÇÃO DAS SEGUINTES ALTERAÇÕES OU SUBSTITUIÇÕES À MOTO Pode ser utilizado qualquer tipo de lubrificante e de líquido dos travões e suspensão. Podem ser utilizados quaisquer tipos de válvulas nos pneus. Pode ser utilizado qualquer tipo de câmara-de-ar nos pneus. Os chumbos de equilibragem das rodas são livres. Pode ser retirado o conjunto de caixa e filtro de ar. Pintura e acabamento das superfícies exteriores. As coberturas para protecção do motor, quadro, corrente, pousa-pés, etc. podem ser feitas em materiais compósitos, se estas não substituírem peças originais montadas no modelo homologado. DEVEM OBRIGATORIAMENTE SER REALIZADAS AS SEGUINTES ALTERAÇÕES As motos devem estar equipadas com um interruptor automático que corta o circuito da ignição ou com um botão capaz de parar o motor, o qual deverá ser instalado em qualquer um dos lados do guiador mas ao alcance da mão quando estas tiverem em posição de condução. Os êmbolos ou as borboletas devem fechar-se automaticamente quando estes não estiverem a ser accionados. Todos os tampões e bujões de enchimento ou purga, filtros de óleo exteriores bem como todos os parafusos de fixação dos circuitos de lubrificação, arrefecimento e assistência hidráulica, tampas de motor, tampas do braço oscilantes têm de estar freados. Todas as motos devem ter um sistema de respiração de óleo fechado. O tubo do respirador do óleo do motor deve estar ligado à caixa-de-ar, para onde será feito o escoamento. Os tubos de respiração e escoamento devem escoar através de saídas existentes. Deve ser mantido o sistema de respiração original, não sendo permitida a emissão directa para a atmosfera. As saídas dos tubos de respiração de óleo devem escoar para dentro de um tanque de escoamento localizado em lugar de fácil acesso, o qual deve ser despejado antes do início da corrida. Este tanque deve ter uma capacidade mínima de 190 cc para a caixa de velocidades e 500 cc para os tubos de escoamento do motor. PODEM SER RETIRADOS OS SEGUINTES ELEMENTOS À MOTO ORIGINAL Conta rotações. Velocímetro. Interruptor da luz. Interruptor da buzina. Interruptor dos piscas. Ventoinha do radiador e respectivos fios. Acessórios aparafusados ao sub-quadro traseiro. CAMPEONATO ATLÂNTICO DE VELOCIDADE Kartódromos - 2010 R e g u l a m e n t o t é c n i c o 10 DEVEM OBRIGATORIAMENTE SER RETIRADOS OS SEGUINTES ELEMENTOS À MOTO ORIGINAL Os faróis traseiros e dianteiros e os piscas devem ser retirados, devendo quando integrados na carenagem ser mantida a mesma aparência do perfil, visto de frente e lateralmente. As aberturas deverão ser cobertas por um material adequado. Espelhos retrovisores. Buzina. Suporte da chapa de matrícula. Ganchos para capacetes e/ou bagagem. Caixa de ferramentas. Pedais e pegas para passageiro. Barras de protecção e descansos laterais e central (os suportes fixos no quadros devem permanecer). CASOS OMISSOS Eventuais casos omissos ou dúvidas suscitadas na interpretação das normas ou da presente informação específica complementar, serão analisadas e decididas pela direcção da prova. A organização é soberana em qualquer decisão. INFORMAÇÕES Quais queres informações devem ser solicitadas pelos seguintes contactos, Paulo Benga Telm. 917 116 673 E-mail: paulobengaracing@hotmail.com Rui Pina Telm. 962 052 222 E-mail: ruipina@ndml.pt Soares telm: 00 351 912 109 394 |
|  | | Miguel Flores Admin


Número de Mensagens: 10637 Idade: 38 Localização: Mafra Data de inscrição: 2008-05-27
 | Subject: Re: Campeonato Atlântico de Velocidade 2010 Wed Feb 17, 2010 11:04 pm | |
| Desculpa sei que é um pouco tarde e por estar muito cansado,mas não vi a data das provas nem pistas...sorry
Ou já foi colocado noutro tópico desculpa mas curtia ir a umas provas |
|  | | papas71

Número de Mensagens: 61 Idade: 33 Localização: amadora Data de inscrição: 2009-09-25
 | Subject: Re: Campeonato Atlântico de Velocidade 2010 Wed Feb 17, 2010 11:44 pm | |
| Aqui vai o calendario da 2 ediçao do CAV.
21 de Março kartodromo de Abrantes
02 de Maio kartodromo internaçional de Leiria
04 de Julho kartodromo de Viana do Castelo
29 de Agosto kartodromo de Vila Real
12 de Setembro kartodromo internaçional de Leiria
10 de Outubro kartodromo de Abrantes
Last edited by papas71 on Sun Feb 28, 2010 9:52 pm; edited 1 time in total |
|  | | papas71

Número de Mensagens: 61 Idade: 33 Localização: amadora Data de inscrição: 2009-09-25
 | Subject: Re: Campeonato Atlântico de Velocidade 2010 Wed Feb 17, 2010 11:53 pm | |
| | Miguel Flores wrote: | Desculpa sei que é um pouco tarde e por estar muito cansado,mas não vi a data das provas nem pistas...sorry
Ou já foi colocado noutro tópico desculpa mas curtia ir a umas provas |
Boas Miguel ,seria um Grande orgulho ter-te no CAV a captar os melhores momentos. |
|  | | ivo lopes#75
Número de Mensagens: 5 Localização: amadora Data de inscrição: 2010-01-08
 | Subject: Re: Campeonato Atlântico de Velocidade 2010 Sat Feb 20, 2010 7:55 pm | |
| |
|  | | Miguel Flores Admin


Número de Mensagens: 10637 Idade: 38 Localização: Mafra Data de inscrição: 2008-05-27
 | Subject: Re: Campeonato Atlântico de Velocidade 2010 Sat Feb 20, 2010 8:37 pm | |
| Tentarei, estar presente, mas começo mal, pois no dia 7 Estou am Andorra  |
|  | | | | Campeonato Atlântico de Velocidade 2010 | |
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